“Twiggy”! A Músicalidade de Takai e Nomiya

Boa noite a todos! Este é o Chururira!

Estivemos ontem no Show das Cantoras Fernanda Takei e Maki Nomiya e, como sempre, viemos deixar nossas impressões.
O show é parte do projeto “O Japão em Imagens e Sons”, que vai até dia 31, no Sesc Pinheiros.
No repertório, tivemos canções do Pato Fu, Pizzicato Five, e dos trabalhos solo de Fernanda Takai…

Fernanda Takai é vocalista da banda brasileira Pato Fu, e além disso, gravou trabalhos solo, cantando sucessos da MPB e algumas outras músicas com arranjos bem brasileiros. Já Maki Nomiya, é ex-vocalista da banda japonesa Pizzicato Five e hoje trabalha com moda.

Um dos pontos que gostaria de destacar são os sotaques! Foi bastante divertido notar a diferença entre de entonação que havia nas músicas, com a cantora brasileira cantando em japonês e a japonesa cantando em português. Talvez pelo costume de ouvir brasileiros cantando em japonês, achei a Fernanda muito natural, enquanto tive dificuldades em entender as pronuncias da Maki… será que os japoneses sentiriram o contrário?

O público foi convidado a dançar o sucesso do Pizzicato Five, “Twiggy Twiggy”, junto com os artistas… e, que surpresa! até que ficou bonitinho xD. A coreografia é divertida e a platéia correspondeu de alguma forma. Entretanto, para o Muyo-san, a platéia foi bastante fria e pouco receptiva aos artistas na maior parte do espetáculo. Eu concordo com ele, mas prefiro que ele explique melhor, se achar necessário.

Tivemos também outro grande momento do show, com Fernanda Takai cantando “Sinha Pureza”. O Arranjo muito bem feito, me impressiona toda vez que eu ouço. E, acredito, mostra muito da musicalidade e do swing brasileiro. O que me faz lembrar, de outro destaque do show, foi a baterista Mariá Portugal, com toda a sua “belezura”.

O pessoal da Made in Japan tirou fotos do Show e entrevistou Maki Nomiya:
Fotos
Entrevista

A equipe é fã do Pato Fu e da Fernanda Takai, e recomenda!

Quase Off-topic: Twitter
Para quem não reparou, e para quem reparou também, estou utilizando o twitter @Churublog para compartilhar dicas de espetáculos e shows… e foi numa dessas pesquisas que encontrei esse show da que foi assunto do post de hoje.
Tenho pretenção de fazer uma agenda ou algo parecido e publicá-la perto do fim de semana. Mas não vou começar com isso ainda. Preciso pensar melhor no assunto e projetar pra que fique legal…

Nesse post, coloquei os links para as músicas no GrooveShark… infelizmente, ainda não temos uma solução para com os players. Estamos pensando em trocar o sistema. Não somente, estamos procurando novos serviços e pensando em ampliar a seção de tutoriais com coisas referentes a recursos informátizados que possam aprimorar nossa experiência musical… ainda é cedo para prometer, mas esperem por novidades! E acompanhem o blog e nosso Twitter.

Por enquanto é isso. Até

Ao Vivo~

Para ler ouvindo:

Olá novamente senhoras e senhores! Como vão?

Em primeiro lugar, para aqueles que acompanham o blog, gostaria de pedir desculpas pela demora em postar. o”>..As coisas andam meio corridas…Mas, não pensem que eu abandonei o blog! Afinal, aqui estou. =)

Então vamos ao post?

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Shows!

Sabe, acho o show é uma das coisas mais legais de se viver como admirador de música e de um artista. Acho também que deve ser uma das coisas mais legais para o próprio artista. Na minha opinião, o show, ou apresentação ao vivo num sentido mais geral, é (ou deveria ser), se não o, um dos “objetivos” finais de se tocar ou fazer música. Afinal, é o momento em que o músico está mais próximo das pessoas que ouvem sua música, as pessoas para quem, num certo sentido, ele fez aquelas músicas. (Só para cututcar uma polêmica atual, acho que isso foi meio esquecido nessa briga de artistas, gravadoras, downloads e mp3. Mas, não vou comentar nada mais sobre isso.)

Voltando a visão de público, esses são momentos mágicos. Invertendo o que disse acima, você está lá, ouvindo suas músicas preferidas, seja num show, concerto ou qualquer outra apresentação, num momento que nunca mais vai acontecer, pois, por mais que seja uma turnê ou algo do tipo nenhuma apresentação ao vivo é igual a anterior. E mais, você vai fazer parte daquilo cantando junto ou com palmas, e esse momento único na história vai ficar marcado em você para sempre. É powah! XD

Essas são as coisas que me encantam em “ao vivo”s. Esse momento intimo do artista com seu público, que nunca mais vai se repetir, o calor dos fãs, as palmas, o “cantar junto”, o clima. Tudo isso me faz preferir muito mais ouvir uma música num show do que num àlbum de estúdio. A música de estúdio é muito mais fria e distante que a ao vivo.

Lógico que nem sempre podemos estar nos shows que queremos. E é aí que entram os CDs e DVDs ao vivo. Gosto bastante deles porquê eles capturam boa parte da magia da apresentação e te deixam ouvir e ver por mais que uma só vez. E mesmo que tenha o fato de não estar lá eu ainda me empolgo assistindo e ouvindo. =D Coisa de fã..XD

E é aí que entra a música de hoje: “Knockin’ on Heaven’s Door” pelo Guns N’ Roses. Essa é uma versão do àlbum “Live Era ’87-’93″, o primeiro CD “ao vivo” que me empolgou de verdade. Aliás, eu conheci Guns por esse álbum e ele continua sendo um dos melhores que eu conheço. Tanto é que foi uma dificuldade escolher a música. Mas, acho que essa é a que mostra mais o POWAH! de um show! =D Ouçam e me digam se não parece e dá vontade de ter estado lá…E fica de recomendação ouvir o álbum inteiro (clicando aqui!). Em especial Patience, Sweet Child o’ Mine, Yesterdays e a incrível November Rain, que por muito tempo foi minha música favorita de todos os tempos..=D

E vocês, quem viram ou ouviram ou queriam ver ao vivo?